Sobre
1989, Brasília, Brasil Vive e trabalha em São Paulo, Brasil
A pesquisa de David Almeida se desenvolve em torno da experimentação pictórica em diversos meios e suportes como tela, linho, madeira, cerâmica e gravura. Sua produção tem como eixo principal as problemáticas do espaço e do corpo em percurso, explorando a visualidade do território íntimo, da cidade e da paisagem regional brasileira. No espaço pictórico, investiga os limites entre a paisagem do campo e o imaginário, ora enfatizando a densidade dos materiais em obras figurativas ou pendendo para a abstração, ora deslocando elementos naturais em telas de tom metafísico e espiritual. Almeida engendra os conceitos de memória, corpo, fantasmagoria e percepção óptica, criando telas nas quais o íntimo de uma cultura ou povo se manifesta de forma sutil na paisagem. Em seu trabalho, lugares e sensações dialogam com seu método e procedimento de representar, em que a densidade de uma noite pintada está intimamente relacionada com o processo oblíquo de construí-la na imagem.
Principais exposições individuais:
Devagar com o andor que o santo é de barro, Museu da Inconfidência - Ouro Preto, Brasil (2026);
Paisagens da Imprecisão, Cerrado Galeria - Brasília, Brasil (2025);
Vigília, Galeria Millan - São Paulo, Brasil (2024);
Arriba do Chão, Galeria Millan - São Paulo, Brasil (2022);
A Task of Wonders, residência artística no Espronceda Art Center - Barcelona, Espanha (2020);
Lindeza, Referência Galeria de Arte - Brasília, Brasil (2019);
Encalço, Mult.i.plo Espaço Arte - Rio de Janeiro, Brasil;
Paradeiro, Zipper Galeria - São Paulo, Brasil (2018);
Asseidade da Fenda, Elefante Centro Cultural - Brasília, Brasil (2016).
Indicações e prêmios:
Indicação ao Prêmio PIPA em 2022;
Premiado em 2015 e 2013 pelo Salão de Arte de Jataí;
Premiado em 2014 pelo 20º Salão Anapolino de Arte;
Premiado em primeiro lugar no I Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea em 2016;
Projetos:
Realizou a curadoria de Vaquejada da Meia Noite, Almeida & Dale, São Paulo, Brasil (2025) e participou de mostras coletivas como Brasília em Construção: Constelações contemporâneas, Foyer da Sala Villa-Lobos, Teatro Nacional Cláudio Santoro, Brasília, Brasil (2026); Est-ce un pays que l’on peut voir ou bien mon rêve?, Chapelle PDP, Pézenas, França (2026); Adiar o Fim do Mundo, FGV Arte, Rio de Janeiro, Brasil (2025); Funil, Casa SP-Arte, São Paulo, Brasil (2024); Paisagem interior, Casa Zalszupin, São Paulo, Brasil (2023); Stranger than Fiction, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2023); Contramemória, Theatro Municipal de São Paulo, Brasil (2022); In Residency, Residency Unlimited, Nova York, Estados Unidos (2022); Postcards, Galleri Magnus Karlsson, Estocolmo, Suécia (2020); Um lugar nenhum: Segunda Naturaleza, Fernando Pradilla, Madri, Espanha (2020); Triangular – Arte desse século, Casa Niemeyer, Brasília, Brasil (2019); Scapeland – Território de Trânsito Livre, Memorial da América Latina, São Paulo, Brasil (2018); UNS, Library of Love, Contemporary Art Center, Cincinnati, Estados Unidos (2017); Salão Transborda Brasília 2016, Caixa Cultural Brasília, Brasil (2016), entre outras.